O cloridrato de fluoxetina é indicado para o tratamento da depressão, associada ou não a ansiedade. Também é indicado para o tratamento da bulimia nervosa, do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e do transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM), que inclui tensão pré-menstrual (TPM), irritabilidade e disforia (mal-estar provocado pela ansiedade).
Como este medicamento funciona?
O cloridrato de fluoxetina aumenta os níveis de serotonina no cérebro, resultando em melhora dos sintomas da depressão, associada ou não a ansiedade, da bulimia nervosa, do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e do transtorno disfórico pré-menstrual. A resposta terapêutica de cloridrato de fluoxetina é observada algumas semanas após o início do tratamento.
Quando não devo usar este medicamento?
O cloridrato de fluoxetina não deve ser usado por pacientes alérgicos à fluoxetina ou a qualquer um dos seus excipientes. Não deve ser administrado a pacientes que estão utilizando inibidores da monoaminoxidase (IMAO), reversíveis ou não, como tranilcipromina e moclobemida, devendo haver um intervalo mínimo de 14 dias após a suspensão do tratamento com IMAO para iniciar o tratamento com cloridrato de fluoxetina. O uso combinado de cloridrato de fluoxetina com um IMAO pode causar eventos adversos graves, podendo ser fatal. Este medicamento é contraindicado para pacientes em uso de pimozida. Também não deve ser usado em combinação com tioridazina ou dentro de, pelo menos, cinco semanas após a suspensão de cloridrato de fluoxetina.
O que devo saber antes de usar este medicamento?
O cloridrato de fluoxetina não deve ser usado por pacientes alérgicos à fluoxetina ou a qualquer um dos seus excipientes. Deve-se evitar o uso em combinação com inibidores da monoaminoxidase (IMAO), sendo necessário aguardar pelo menos 14 dias após a suspensão do tratamento com IMAO para iniciar o tratamento com cloridrato de fluoxetina. O uso desta substância é contraindicado para pacientes em uso de pimozida. Há advertências quanto ao risco de ideação e comportamentos suicidas, especialmente em pacientes jovens (25 anos) e em casos de maior gravidade da depressão. A arritmia é outra condição que exige cautela, e o medicamento não deve ser tomado por quem possui a síndrome congênita de prolongamento do intervalo QT. Além disso, podem ocorrer reações alérgicas, hiponatremia, e devem ser ajustadas as doses de insulina ou hipoglicemiantes em pacientes diabéticos. Outros fatores de risco incluem uso combinado com anticoagulantes e a presença de glaucoma.
Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?
Não informado na bula.
Como devo usar este medicamento?
FLUOXETINA é indicada para o tratamento da depressão, associada ou não a ansiedade. Também é indicada para o tratamento da bulimia nervosa, do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e do transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM). A dosagem e a duração do tratamento devem ser determinadas por um médico e a eficácia da fluoxetina é observada algumas semanas após o início do tratamento. Se não houver melhora dos sintomas, o médico deve avaliar e reajustar a dose utilizada. O medicamento deve ser administrado por via oral.
O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?
Se você se esquecer de usar o cloridrato de fluoxetina, tome a dose assim que lembrar. No entanto, se estiver próximo do horário da próxima dose, não tome a dose esquecida e retorne ao seu horário regular. Não tome uma dose dupla para compensar a dose que você esqueceu.
Quais os males que este medicamento pode me causar?
O cloridrato de fluoxetina pode causar erupção de pele, reações de hipersensibilidade imediata e sistêmica, e reações sistêmicas progressivas que podem envolver pele, fígado, rins ou pulmões. Casos de hiponatremia (baixa concentração de sódio no sangue) foram relatados, especialmente em pacientes idosos ou que tomam diuréticos. O uso pode aumentar o risco de sangramentos, incluindo sangramentos gastrointestinais, especialmente em pacientes que usam anticoagulantes. Hipoglicemia e hiperglicemia também foram observadas em pacientes com diabetes durante e após o tratamento. O resumo de possíveis efeitos adversos inclui riscos cardíacos, como alterações do ritmo do coração, e a possibilidade de uma síndrome potencialmente fatal com a combinação de outros medicamentos da classe serotoninérgica.
O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste
medicamento?