A asma é uma condição respiratória crônica que exige tratamento contínuo para melhorar a qualidade de vida. Os remédios para asma ajudam a controlar a inflamação das vias aéreas, prevenir crises e proporcionar alívio rápido dos sintomas.
O uso correto da medicação é a chave para manter a asma sob controle. O tratamento é individualizado e deve ser sempre orientado por um médico que acompanhe o caso.
O remédio para asma é utilizado para duas finalidades principais: o tratamento de controle da condição e o alívio dos sintomas. O objetivo é manter a doença estável, diminuindo a frequência e a intensidade de manifestações como falta de ar, chiado e tosse.
Os medicamentos de controle, como os corticoides inalatórios, servem para reduzir a principal causa da asma, que é a inflamação crônica das vias aéreas. Seu uso é diário, prevenindo as crises e o dano pulmonar.
Já os medicamentos de alívio, conhecidos como broncodilatadores de curta ação, devem ser usados apenas durante as crises. Sua ação é rápida, relaxando a musculatura dos brônquios e aliviando imediatamente a sensação de falta de ar.
Existem duas classes principais de ação de medicamentos para asma.
— Broncodilatadores: agem relaxando a musculatura lisa que envolve os brônquios, abrindo as vias aéreas e facilitando a passagem do ar;
— Corticoides inalatórios: atuam como anti-inflamatórios potentes. Eles reduzem a inflamação e o inchaço crônico dentro dos brônquios, diminuindo a sensibilidade das vias aéreas.
Este tipo de medicamento é indicado para adultos e crianças que receberam o diagnóstico de asma por um médico. A escolha do remédio ideal e a dosagem dependem da gravidade da doença, da frequência dos sintomas e da resposta individual ao tratamento, que deve ser ajustado conforme orientação profissional.
A posologia e o modo de uso do remédio para asma são definidos pelo médico e devem ser seguidos rigorosamente. Em caso de dúvidas, entre em contato com o profissional.
O broncodilatador de alívio deve ser usado somente quando houver sintomas de crise, como falta de ar. Já o corticoide de controle deve ser utilizado diariamente, nos horários e doses prescritos, mesmo que o paciente não sinta nenhum sintoma.
Nunca interrompa o uso do medicamento de controle sem a autorização médica. Isso pode levar ao retorno da inflamação e a crises graves.
Como todo medicamento, o remédio para asma pode causar efeitos colaterais, que geralmente são leves e transitórios.
— Broncodilatadores: tremores nas mãos, taquicardia e palpitações;
— Corticoides inalatórios: irritação na garganta, rouquidão ou tosse.
Caso esteja usando o broncodilatador de alívio frequentemente (mais de duas vezes por semana, excluindo o uso antes do exercício), é um sinal de que a asma não está bem controlada. Nesse caso, busque uma reavaliação médica imediata.
O tratamento para asma é seguro para a maioria dos pacientes, mas exige cuidados especiais em algumas situações.
— Pessoas com problemas cardíacos: devem ter cautela com o uso de broncodilatadores, pois eles podem afetar o ritmo cardíaco;
— Hipertireoidismo: pode haver maior sensibilidade aos efeitos estimulantes dos broncodilatadores;
— Glaucoma de ângulo fechado: anticolinérgicos inaláveis devem ser usados com cautela, pois aumentam a pressão interna do olho.
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O remédio de alívio (broncodilatador) age rapidamente para abrir as vias aéreas durante uma crise. O remédio de controle (corticoide inalatório) é usado diariamente para reduzir a inflamação crônica e prevenir as crises.
O uso frequente do broncodilatador de alívio (mais de duas vezes por semana) indica que a asma está descontrolada. Nesse caso, é importante buscar o médico para reavaliar o quadro.