A pílula do dia seguinte é um método de contracepção de emergência utilizado para reduzir o risco de gravidez após uma relação sexual desprotegida ou falha do método contraceptivo.
A orientação adequada é essencial para o uso seguro e consciente. Sua administração não substitui outros métodos contraceptivos de uso regular.
A pílula do dia seguinte serve para prevenir uma gravidez não planejada após relação sexual sem proteção ou em casos de rompimento do preservativo.
Por isso, ela deve ser usada apenas em situações emergenciais e não deve ser utilizada como método contraceptivo regular.
O principal mecanismo da pílula do dia seguinte é inibir ou retardar a ovulação por meio dos hormônios presentes em sua composição, evitando que o óvulo seja liberado para a fecundação.
Dependendo do momento do ciclo menstrual em que você estiver, ela também pode espessar o muco cervical, dificultando a passagem dos espermatozoides, ou promover alterações no endométrio, tornando o ambiente menos favorável para a implantação do óvulo.
É importante destacar que a pílula do dia seguinte não é abortiva, pois não interrompe uma gravidez já estabelecida, funcionando apenas como um método de prevenção após a relação sexual desprotegida ou em casos de falha do método contraceptivo.
Para maior segurança e orientação adequada, consulte um profissional de saúde antes de utilizar a pílula de emergência.
A pílula pode ser utilizada por mulheres em idade fértil. Seu uso não é indicado para gestantes, pois não tem efeito. Em menores de 14 anos, o uso deve ser acompanhado por um profissional de saúde.
Deve-se evitar o uso frequente deste medicamento, pois ele pode causar impactos no ciclo menstrual, desregulando-o. Algumas opções podem ter a eficácia diminuída a partir de determinado peso corporal. Consulte a bula para confirmar esse ponto.
O comprimido deve ser tomado quanto antes após a relação desprotegida. A eficácia é maior nas primeiras 24 horas e reduz progressivamente até 72 horas nas versões com levonorgestrel.
A pílula com acetato de ulipristal pode ser utilizada até 120 horas. A administração deve ser feita sempre com água.
O uso da pílula do dia seguinte é seguro. Os efeitos colaterais tendem a ser leves e passam em poucas horas:
Em caso de vômito até 3 horas após o uso, pode ser necessária nova dose.
A pílula não é recomendada para mulheres com doenças hepáticas graves, trombofilia, alergia a qualquer componente da fórmula ou porfiria. Ela também não oferece proteção contra Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) e seu uso repetido pode desregular o ciclo menstrual.
Após o uso, é fundamental buscar um método contraceptivo de uso regular, em uma decisão conjunta com seu médico de confiança.
Estão entre os tipos de pílulas do dia seguinte:
Em ambos os casos, a eficácia é maior quando tomada quanto antes.
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A chance de falha da pílula do dia seguinte existe, sendo entre 1% a 4%. Porém, ela é menor quando tomada rapidamente após a relação desprotegida. A eficácia depende do tipo e do tempo decorrido.
Sim, o ciclo pode adiantar ou atrasar. Isso não quer dizer, necessariamente, falha ou problema.
O uso frequente não é indicado, pois pode desregular o ciclo. Deve ser utilizada apenas em situações de emergência.
Se ocorrer um atraso menstrual por longo tempo, é recomendado fazer um teste de gravidez e buscar orientação médica.
Popularmente chamado de pílula do dia seguinte, o contraceptivo de emergência é um método de contraceptivo que ajuda a se proteger de uma gravidez indesejada em casos em que houve falha de outros métodos de prevenção ou após sexo desprotegido.
A eficácia do contraceptivo de emergência é maior se tomada nas primeiras 24 horas após o ato sexual desprotegido.
Não precisa de retenção de receita médica para compra de contraceptivo de emergência.
Até 72h depois do ato sexual desprotegido, o contraceptivo de emergência ainda funciona, mas sua eficácia já está mais comprometida. O ideal é tomar nas primeiras horas após a relação sexual, pois, dentro das primeiras 24h, a eficácia é consideravelmente maior.
O contraceptivo de emergência não engorda, mas pode causar retenção de líquido temporária. Sobre a alteração do ciclo menstrual, ele pode sim causar atraso ou adiantar a menstruação, por conta das altas doses de hormônio.
Não é recomendado. O contraceptivo de emergência, como seu próprio nome sugere, foi criado para auxiliar em casos emergenciais, não devendo ser usado frequentemente, pois além de diminuir sua eficácia, aumenta risco de efeitos colaterais.
Os efeitos colaterais mais comuns do uso do contraceptivo de emergência são: náuseas, vômitos, tontura, dor de cabeça e alterações no ciclo menstrual, podendo atrasar ou adiantar a menstruação devido aos grandes níveis de hormônios consumidos.
Se estiver menstruada, a pílula pode ser usada se houver risco devido a relação sexual desprotegida.
Não protege. Somente o uso de preservativo protege contra Infecções Sexualmente Transmissíveis.
Não há como verificar se o contraceptivo de emergência funcionou de imediato, mas deve-se acompanhar o ciclo menstrual e, se necessário, realizar um teste de gravidez para confirmar que não está grávida. Além disso, é importante dizer que, mesmo que haja atraso menstrual, é normal, pois, com os altos níveis de hormônio da pílula, é comum ocorrer alterações menstruais.
Você deve procurar um médico sempre que tiver dúvidas sobre o uso ou sobre efeitos do contraceptivo de emergência.