Os remédios para enxaqueca ajudam a prevenir ou controlar as crises de dor de cabeça, contribuindo para a recuperação da qualidade de vida do paciente. Além da dor pulsante característica, a enxaqueca pode vir acompanhada de outros sintomas, como alterações de humor, náuseas e sensibilidade à luz.
Por isso, é importante procurar um médico neurologista, que poderá avaliar o quadro e indicar o tratamento mais adequado.
Infelizmente, as enxaquecas não podem ser curadas, somente controladas. Desse modo, os medicamentos para enxaqueca servem para prevenir, controlar e interromper a dor assim que ela começar ou impedir que ela avance.
Existem ainda remédios para enxaqueca forte e moderada com função dupla, pois ajudam a tratar os sintomas associados, como náuseas e vômitos.
No geral, o remédio para enxaqueca age no sistema nervoso e o modo de ação é por dois tipos principais.
O neurologista é o profissional responsável por avaliar o tipo de enxaqueca, a frequência das crises e a resposta do organismo, garantindo a escolha do tratamento mais adequado para cada pessoa.
O tratamento medicamentoso é indicado principalmente para adultos, mas pode ser utilizado por adolescentes em situações específicas e com prescrição médica.
É muito importante buscar um médico para obter o diagnóstico correto. Isso porque, a enxaqueca pode ser confundida com outros tipos de cefaleia, levando ao uso inadequado de remédios.
A posologia depende do tipo de medicamento e orientação do médico. Contudo, a título de informação, o propranolol, utilizado na prevenção, costuma ter dose inicial de 40 mg, 3x ao dia.
Já o paracetamol, indicado para alívio da dor, pode ser administrado até 750 mg, no máximo 5x ao dia, sempre que houver crise.
Apesar dos seus efeitos benefícios para prevenção ou controle da enxaqueca, esse tipo de medicamento pode causar alguns efeitos colaterais, por exemplo:
Para conhecer outras possíveis reações adversas, consulte sempre a bula do medicamento.
Os remédios para enxaqueca não devem ser utilizados por pessoas com alergia aos componentes da fórmula, que podem ser consultados na bula.
Além disso, gestantes e pacientes com doenças cardiovasculares ou renais geralmente não podem utilizá-los, exceto com autorização médica.
De todo modo, antes de iniciar o tratamento, é essencial informar ao médico as doenças pré-existentes, medicamentos usados diariamente e histórico de alergias.
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Caso você não esteja respondendo bem ao tratamento, o ideal é procurar o médico para fazer o ajuste das doses ou indicar outro medicamento.
A enxaqueca não tem cura, mas pode ser tratada de forma eficaz, garantindo qualidade de vida para realizar as tarefas do dia a dia sem sofrer com fortes dores.