Descrição do produto
Indicação:
Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH)
O TDAH era anteriormente conhecido como distúrbio de déficit de atenção ou disfunção cerebral
mínima. Outros termos utilizados para descrever essa síndrome comportamental incluem: distúrbio
hipercinético, lesão cerebral mínima, disfunção cerebral mínima, disfunção cerebral menor e síndrome
psicorgânica dos pacientes. O cloridrato de metilfenidato é indicado como parte de um programa de
tratamento amplo que tipicamente inclui medidas psicológicas, educacionais e sociais, direcionadas a
pacientes estáveis com uma síndrome comportamental caracterizada por distractibilidade moderada a
grave, déficit de atenção, hiperatividade, labilidade emocional e impulsividade. O diagnóstico deve ser
feito de acordo com o critério DSM-IV ou com as normas na CID-10. Os sinais neurológicos não
localizáveis (fracos), a deficiência de aprendizado e EEG anormal podem ou não estar presentes e um
diagnóstico de disfunção do sistema nervoso central pode ou não ser assegurado.
Considerações especiais sobre o diagnóstico de TDAH em crianças:
A etiologia específica dessa síndrome é desconhecida e não há teste diagnóstico específico. O diagnóstico
correto requer uma investigação médica, neuropsicológica, educacional e social. As características
comumente relatadas incluem: história de déficit de atenção, distractibilidade, labilidade emocional,
impulsividade, hiperatividade moderada a grave, sinais neurológicos menores e EEG anormal. O
aprendizado pode ou não estar prejudicado. O diagnóstico deve ser baseado na história e avaliação
completas da criança e não apenas na presença de uma ou mais dessas características. O tratamento
medicamentoso não é indicado para todas as crianças com esta síndrome. Os estimulantes não são
indicados a crianças que apresentam sintomas secundários a fatores ambientais (em particular, crianças
submetidas a maus tratos) e/ou distúrbios psiquiátricos primários, incluindo-se psicoses. Uma orientação
educacional apropriada é essencial e a intervenção psicossocial é geralmente necessária. Nos locais em
que medidas corretivas isoladas forem comprovadamente insuficientes, a decisão de se prescrever um
estimulante deverá ser baseada na determinação rigorosa da gravidade dos sintomas da criança.
Considerações especiais sobre o diagnóstico de TDAH em adultos:
A etiologia específica da síndrome é desconhecida, e não há teste de diagnóstico único. Adultos com
TDAH têm padrões de sintomas caracterizados por mudança constante de atividades, tornando-se
entediados facilmente, agitação, impaciência e desatenção. Sintomas como hiperatividade tendem a
diminuir com o aumento da idade, possivelmente devido à adaptação, neurodesenvolvimento e
automedicação. Sintomas de desatenção são mais importantes e têm um impacto maior em adultos com
TDAH. O diagnóstico em adultos deve incluir uma entrevista estruturada do paciente para determinar os
sintomas atuais. A pré-existência de TDAH na infância deve ser determinada retrospectivamente. O
diagnóstico não deve ser feito apenas na presença de um ou mais sintomas. A decisão de usar um
estimulante em adultos deve ser baseada em uma avaliação completa da gravidade e cronicidade dos
sintomas e seu impacto sobre a rotina do paciente.
Narcolepsia
Apenas o cloridrato de metilfenidato é indicado no tratamento da narcolepsia em adultos.
Os sintomas incluem sonolência durante o dia, episódios de sono inapropriados e ocorrência súbita de
perda do tônus muscular voluntário.
Contraindicação: O cloridrato de metilfenidato é contraindicado para pacientes com:
Hipersensibilidade ao metilfenidato ou a qualquer excipiente;Ansiedade, tensão; Agitação;Hipertireoidismo;
Distúrbios cardiovasculares pré-existentes incluindo hipertensão grave, angina, doença arterial
oclusiva, insuficiência cardíaca, doença cardíaca congênita hemodinamicamente significativa,
cardiomiopatias, infarto do miocárdio, arritmias que potencialmente ameaçam a vida e canalopatias
(distúrbios causados por disfunção dos canais iônicos);
Durante tratamento com inibidores de monoamino oxidase (MAO), ou dentro de no mínimo 2
semanas de descontinuação do tratamento, devido ao risco de crises hipertensivas , Glaucoma; Feocromocitoma;
Diagnóstico ou história familiar de síndrome de Tourette.